sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Religião zero Jesusnota10






     Toda cultura existe métodos de controle de comportamento social e o principal método é a Religiosidade. Não existe, um sistema que a religião não tenha força e poder. Serve como “instrumentos de domínio” que se revezam e se articulam objetivando a manutenção do Poder  e dos benefícios econômicos

     Jesus Cristo enfrentou esse sistema religioso,  que era uma dobradinha entre Império Romano e o Judaísmo na palestina. A fim de nos libertar do jugo da lei e da perversidade dos escribas e fariseus que só visavam ganhos próprios, usando a judaísmo para amordaçar o povo perante os pagãos de Roma. O resultado disso foi que ele foi inocentemente crucificado e os que o seguiam foram perseguidos.
      Pelos primeiros 280 anos da história cristã, o Cristianismo foi banido pelo Império Romano, e os cristãos foram terrivelmente perseguidos. Isto mudou depois da “conversão” do Imperador Romano Constantino. Constantino “legalizou” o Cristianismo pelo Edito de Milão, em 313 d.C. Mais tarde, em 325 d.C., Constantino conclamou o Concílio de Nicéia, em uma tentativa de unificar o Cristianismo. Constantino imaginou o Cristianismo como uma religião que poderia unir o Império Romano, que naquela altura começava a se fragmentar e a se dividir. Mesmo que isto aparente ser um desenvolvimento positivo para a igreja cristã, os resultados foram tudo, menos positivos. Logo Constantino se recusou a abraçar de forma completa a fé cristã, mas continuou com muitos de seus credos pagãos e práticas. Então, a igreja cristã que Constantino promoveu foi uma mistura de verdadeiro Cristianismo e paganismo romano. 

     Constantino achou que, com o Império Romano sendo tão grande, vasto e diverso, nem todos concordariam em abandonar seus credos religiosos e abraçar o Cristianismo. Então, Constantino permitiu, e mesmo promoveu a “cristianização” de crenças pagãs. Crenças completamente pagãs e totalmente não-bíblicas ganharam nova identidade “cristã” . Fundiu-se então o cristianismo e o paganismo de Roma, originando a Igreja católica, a mais terrível maquina de domínio de toda a história.

Os protestantes

Eles surgiram a partir do inconformismo do padre alemão Martinho Lutero (1483-1546) em aceitar algumas práticas da Igreja Católica. Lutero atacava duramente a venda de indulgências, ou seja, a obtenção de perdão para um determinado pecado em troca de dinheiro. No dia 31 de outubro de 1517, Lutero pregou na porta de uma igreja de Wittenberg, na Alemanha, um manifesto com 95 teses em que atacava não só a venda de indulgências, como também outros procedimentos da Igreja Católica, como a negociação de cargos eclesiásticos. O papa Leão X exigiu uma retratação do padre, ameaçando condená-lo por heresia. Mas Lutero não voltou atrás e rompeu com a Igreja Católica, dando início à chamada Reforma Protestante, movimento que se espalhou pela Europa, impulsionado pela maior flexibilidade religiosa que oferecia.
Os inimigos dos reformistas passaram a se referir a seus seguidores como "luteranos". Estes, por sua vez, preferiam ser chamados de "evangélicos", termo hoje muito usado para se referir aos fiéis das igrejas protestantes. A liberdade pregada por Lutero acabaria abrindo espaço para o surgimento de várias correntes religiosas. "O protestantismo tem uma pedra fundamental: a autonomia. 

Nos dias de hoje, vivemos o Neopentecostalismo terreno fértil para o materialismo exarcebado, antropocentrismo, falta de amor e compaixão. Onde lideres exploram a fé e a ganâcia de suas ovelhas esquecendo que o alvo é a salvação.

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